Como diria Leila Pinheio hoje é "Dia de vadiar, vagabundear. De tudo adiar, se deliciar". E quando a gente pode vagabundear é incrível como nunca sobra tempo para fazer as coisas que, em dias lotados, se resolvem em dois toques. Tardes e dias de folga para mim não têm rendido se me refiro a coisas práticas, obrigações, nada que uma boa última hora no domingo não resolva. Em compensação, as coisas ganharam espaço para se resolverem, e obedecendo a poeta, me deliciei.
No maior estilo "Ladeira da saudade", passeei de mãos dadas pelas tranqüilas ruazinhas de Corupá, corri na grama, brinquei com a minha irmã, bati fotos, revi a família. Como é fácil esquecer que são nessas pequenas coisas que esconde-se a felicidade e principalmente o equilíbrio tão procurado nesses últimos dias. Posso dizer em alto e bom som: Estou feliz qual tenho o direito e dever ser!
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