Poderíamos citar vários exemplos de filmes protagonizados por ladrões especializados e gângsteres, como Onze Homens e um Segredo, entre muitos outros. Um desses filmes hollywoodianos que parecem serem bem aceitos por todo mundo, O Senhor das Armas, tem como protagonista Nicolas Cage, que vive Yuri, um contrabandista internacional de armamentos diversos.
Não é preciso nem dizer que o filme é baseado em fatos reais. Os milhares de conflitos mundiais vigentes no minuto em que você lê esse texto, de alguma forma, precisam ser abastecidos de instrumentos que imponham o burro poder da força, que não respeita civis, crianças ou inocentes. E embora essa matança desenfreada seja um negócio muito lucrativo para países ricos como EUA, Reino Unido, França, Rússia e China (membros pertencentes a ONU), o comércio é feito por debaixo dos panos.
Assistir crianças matando e sendo mortas, tribos serem dizimadas, seres humanos perdendo a vida por caprichos tolos de uma meia dúzia de “Reis da prepotência”, pode deixar o espectador revoltado com o senhor das armas, sua fortuna e sua impunidade. Completamente compreensível, nenhum pouco questionável. No entanto, mesmo que não nos deparemos diariamente com essas batalhas, pouquíssimo divulgadas pela mídia, é importante analisar quem realmente propicia isso. O homem que repassa as armas e faz com que elas cheguem às mãos de meninos-soldados e chefes de estados ensandecidos? Sem dúvidas. Mas e os países produtores dessas armas, que lucram anualmente muito dinheiro com a venda delas para o mercado negro? Não contaram a eles que existem bilhões de dólares cobertos de sangue em suas contas?
Assistir crianças matando e sendo mortas, tribos serem dizimadas, seres humanos perdendo a vida por caprichos tolos de uma meia dúzia de “Reis da prepotência”, pode deixar o espectador revoltado com o senhor das armas, sua fortuna e sua impunidade. Completamente compreensível, nenhum pouco questionável. No entanto, mesmo que não nos deparemos diariamente com essas batalhas, pouquíssimo divulgadas pela mídia, é importante analisar quem realmente propicia isso. O homem que repassa as armas e faz com que elas cheguem às mãos de meninos-soldados e chefes de estados ensandecidos? Sem dúvidas. Mas e os países produtores dessas armas, que lucram anualmente muito dinheiro com a venda delas para o mercado negro? Não contaram a eles que existem bilhões de dólares cobertos de sangue em suas contas?



